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Mais de 95 mil pessoas frequentavam ações de formação do IEFP

Segundo um relatório feito pelo Centro de Relações Laborais, 95.500 pessoas frequentavam acções de formação promovidas pelo IEFP, menos 126 face ao mesmo semestre do ano passado.

Em junho último, as medidas de apoio ao emprego promovidas pelo IEFP envolviam 77.300 pessoas, das quais, cerca de 34.500 (44,7%) com “Contratos de emprego-inserção”

Mais de 95 mil pessoas frequentavam acções de formação promovidas pelo Instituto do Emprego e Formação profissional (IEFP) no final do primeiro semestre deste ano, das quais 80,3% estavam enquadradas em acções de Qualificação de adultos.

De acordo com um relatório elaborado pelo Centro de Relações Laborais (CRL), ao qual a agência Lusa teve acesso e que será, esta segunda-feira, divulgado, 95.500 pessoas frequentavam ações de formação promovidas pelo IEFP, menos 126 face ao semestre homólogo, “sobretudo nas acções de Qualificação de Adultos”. O documento, que incide sobre os dados do emprego e formação do 1.º semestre de 2016, revela que, das 76.600 pessoas que as ações de Qualificação de Adultos abrangiam neste período, 40.700 estavam integradas na medida “Vida Ativa”, 24.700 nos “Cursos de Educação e Formação de Adultos” e cerca de 9.000 na medida “Formação modular – ativos empregados”.

Quanto à qualificação de jovens, em Junho de 2016, “a esmagadora maioria dos abrangidos (96,3%) enquadrava-se na medida “Aprendizagem”, indica o relatório do CRL, acrescentando que a quase totalidade dos formandos “encontrava-se desempregada no início da formação”.

Em junho último, as medidas de apoio ao emprego promovidas pelo IEFP envolviam 77.300 pessoas, das quais, cerca de 34.500 (44,7%) com “Contratos de emprego-inserção”.

Destas, 32.500, ou seja, o equivalente a 42%, frequentava estágios ao abrigo da medida “Inserção profissional” e cerca de 8.000 (10,3%) tinha beneficiado de “Apoio à contratação”, destaca o relatório, que cruza dados do IEFP e do Instituto Nacional de Estatística (INE), que vão sendo divulgados mensalmente.

No que respeita à situação face ao emprego no início do apoio, 97,2% dos abrangidos pelas medidas de emprego promovidas pelo IEFP eram desempregados, refere o documento, frisando que “os empregados tinham apenas alguma expressão na medida “Apoio à criação do próprio emprego e empresa”, em que representavam 7,9% dos apoiados”.

Este relatório do CRL referente ao 1.º semestre de 2016, bem como um segundo relatório sobre o mesmo tema referente ao 2.º semestre do ano passado, vão ser apresentados, esta segunda-feira, pelas 11h, na presença do ministro do Trabalho, Vieira da Silva, no Ministério que tutela, em Lisboa.

Além das medidas activas de emprego, ambos os documentos analisam os dados do emprego e do desemprego, bem como dos desempregados inscritos nos centros de emprego, todos já conhecidos e que a Lusa já noticiou.

O CRL – criado pelo Decreto-Lei n.º 189/2012, 22 de Agosto – é um órgão colegial tripartido, com funções técnicas, dotado de autonomia administrativa e personalidade jurídica, que funciona na dependência do Ministério Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.

De entre os domínios que, legalmente, lhe ficaram cometidos compete ao CRL elaborar e divulgar, semestralmente, um relatório de informação socio económica sobre o mercado de emprego.

Observador

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