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Emprego em Portugal aproxima-se de valores de 2014

A entidade europeia publicou os dados do emprego na Europa e Portugal saiu-se razoavelmente com 22,4% no segundo trimestre este ano, mesmo assim pior do que os 25% de 2015.

A percentagem de pessoas sem trabalho que arranjaram emprego em Portugal, no segundo trimestre de 2016, atingiu os 22,4%, uma redução de quase três pontos percentuais face a 2015 em que o indicador atingiu os 25%. No mesmo período de 2014, foram 20% os portugueses que encontraram emprego no mesmo período contabilizados pelo Eurostat.

Portugal está mais ou menos a meio da tabela dos países que a entidade analisou. A Grécia continua a ter valores abaixo dos 10%, com 8,6% de emprego encontrado no segundo trimestre deste ano.

Analisando os dados, o Eurostat conclui que há quatro movimentos a ocorrer na Europa, na área do emprego: países com um desemprego baixo e uma transição elevada no sentido de encontrar emprego (como a Dinamarca, Estónia e Suécia), estados com uma taxa de desemprego elevada mas que estão com ritmos elevados de empregabilidade (Chipre, Croácia e Portugal), regiões em que a transição é baixa e o desemprego alto (Grécia, Espanha, Itália) e países com desemprego reduzido e pouca empregabilidade (Roménia, Bulgária, Irlanda).

Nos países analisados pelo Eurostat, mais 19% dos europeus encontraram emprego no terceiro trimestre, ou seja, 1 em cada 5 europeus desempregados, segundo os cálculos da entidade.

“De todas as pessoas na UE que estavam desempregadas no primeiro trimestre de 2016, 63,2% (12,6 milhões de pessoas) continuaram sem emprego no segundo trimestre de 2016, enquanto 19,5% (3,9 milhões) encontraram emprego e 17,3% (3,5 milhões) passaram à inactividade económica”, adiantou o Eurostat.

Jornal de Negócios

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